Feeds:
Posts
Comentários

Dançando no escuro

Agora os filmes serão na sala B8 – está muito frio para continuar no corredor!

A lingua das mariposas

Pessoal, por conta de problemas pessoais, o filme desta quarta-feira (24) vai ficar para a próxima semana.

Na próxima quarta, 31, o filme exibido será “A língua das mariposas”.

Sociedade dos Poetas Mortos é o filme que abre a programação do Cinema Paralelo 2010/01. No fim de 2009, com a típica correria de final de semestre, não foi possível passar todos os filmes que estavam planejados, então os que faltaram serão passados agora neste início de 2009, dando continuidade com o filme “A língua das mariposas”.

Sociedade dos Poetas Mortos é um filme interessante para os/as “calouros(as)” assistirem, e refletirem sobre a universidade, as instituições de ensino e a ortodoxia que muitas vezes não incentivam que estudantes pensem por si próprios. Questionar os professores, ter idéias próprias, buscar conhecimento e não apenas um diploma.. Porquê não?

Waking Life

waking life

Waking Life, de Richard Linklater, é um filme que certamente não é fácil de se engolir completamente na primeira vez em que é assistido, pois sempre fica faltando algo, como num sonho nebuloso que nunca conseguimos nos lembrar totalmente. Mas mesmo assim, sabemos que fomos intimamente afetados por ele, e não seremos os mesmos nunca mais.

Waking Life foi filmado com atores reais, e posteriormente, através de uma técnica denominada rotoscopia, foi transformado em uma animação, o que fortalece ainda mais o aspecto onírico do filme. Essa técnica de animação foi também utilizada em um filme posterior de Richard Linklater, O Homem Duplo. A excelente trilha sonora meio tango, meio jazz, foi composta pelo grupo Tosca Tango Orchestra, que aparece tocando em uma trecho do filme.

A dificuldade de se absorver o filme não está na formulação do roteiro, o caso aqui não é exatamente o surrealismo. O enredo do filme é relativamente simples: um garoto que tem sonhos lúcidos deseja ter mais controle sobre essa situação. Mas o que realmente preenche o filme até transbordar de significados são os diálogos em que o garoto se mete em seus sonhos. Encontra personagens discutindo temas pesados como existencialismo, física moderna, realidade e representação, política situacionista e crítica ao capital, sincronismos, vida após a morte, e é claro, os próprios sonhos. Já ouvi pessoas comentando que Waking Life não se trata de um filme, mas de um tratado de filosofia. Talvez tenham razão..

Esse link faz uma análise muito interessante das idéias que tecem o filme, a partir das fontes de onde o diretor bebeu: pensadores como Sartre, Kierkagaard, Nietzsche, Jung, Timothy Leary, Philip K Dick, Guy Debord, Santo Agostinho, Platão e diversos outros. Mas antes de ler, assistam o filme! :)

 

Surplus

Surplus

Longe de ser apenas uma crítica ao consumismo ou a sistemas políticos, Surplus, documentário sueco, dirigido pelo italiano Erik Gandini em 2003,  é um olhar sobre o jeito de ser e de viver da humanidade. Largamente divulgado pela Internet, este trabalho coloca em discussão não apenas a vida em sociedade e a ordem estabelecida, como também a própria essência humana.

Leia mais em http://www.cineplayers.com/critica.php?id=1453

A cor do Paraíso

A cor do Paraíso

A Cor do Paraiso narra a comovente e bela história de Mohammad, um menino cego de nascença que frequenta uma escola para cegos em Teerão. Nas férias, Mohammad volta para seu vilarejo nas montanhas, onde vai junto da família ao norte do país. Da avó e irmãs, recebe carinho e atenção. Do pai, ganha desprezo e ressentimento. Mohammad é um garoto muito vivo, que tem uma enorme sensibilidade e no contato com a natureza descobre coisas novas iniciando o seu amadurecimento. O seu jeito simples de ver o mundo é uma lição de vida.

Fonte: http://agal-gz.org/blogues/index.php/aesmorga/2007/05/04/la_cor_do_paraisor_abre_ciclo_lcinema_e_

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.